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sexta-feira, 7 de março de 2014

Homenagem ao Dia Internacional da Mulher

      Uma data que não pode passar em branco, não é? Ainda mais com tanta mulher inteligente que passa por aqui. 
     Fiz uma homenagem pra todas nós com duas escritoras que admiro muito: Laura Ingalls Wilder (obra biográfica) e Jane Austen e é claro, com as diversas personagens/amigas que Jane criou e nos inspiram sempre, cada uma com sua conduta, mas todas com sua realeza feminina. 
      Escolhi a música "I'm so glad that I'm a woman" ("Eu sou tão feliz que sou uma mulher" - traduzindo ao pé da letra), da década de 1970, que tem tudo a ver com esse dia, afinal quem de nós não é feliz em ser mulher? Ainda mais agora que somos "emancipadas", mas já pensou no tempo "delas"??? Não era fácil não... mas pelo que sei, nenhuma disse que não era feliz em ser uma mulher! Então, vamos à homenagem. Beijos.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Os 147 anos da escritora Laura Ingalls Wilder



     Pra quem não conhece (não sabe o que está perdendo)  Laura é uma grande escritora americana, a melhor na categoria infanto juvenil, mas seus livros são admirados por pessoas de todas as idades e quem lê, seja em qualquer fase da vida, não esquece as lições de amor e perseverança contidas em seus livros biográficos, a ternura, a alegria com que passa isso ao público é única. 
Laura com cerca de 14 anos
     Laura Elizabeth Ingalls, nascida em uma cabana de troncos no estado de Wisconsin, Estados Unidos a 7 de fevereiro de 1867. Casou-se com Almanzo Wilder aos 18 anos e tornou-se Laura Ingalls Wilder.
Trecho de "Anos felizes"

     Dificuldades, namoricos, a infância, a juventude, as mudanças com a família em busca do Oeste americano, é tudo muuuuiiito bonito.
Trecho de "O longo inverno"
     Laura publicou seus livros entre 1932/1943. Quem a incentivou a escrever sua história foi a própria filha, Rose Wilder Lane, que era jornalista, escritora e foi também correspondente de guerra no Vietnã. Via na mãe um grande talento e não errou, pois Laura já era uma senhora quando começou a escrever.
     Os livros de Laura Ingalls Wilder podem ser lidos por todos, dos 8 aos 100 anos, sem medo de errar.
Laura faleceu em 1957 aos noventa anos, e deixou escrito 10 livros (nove de uma série e mais um diário de viagem).
Trecho de "A beira do riacho"
      Já li e relí vááááárias vezes... Recomendo muito! Os leitores que gostam de Jane Austen certamente gostarão de Laura, embora sejam estilos diferentes mas têm aquela vivacidade e envolvimento de igual natureza.  
    Então...fica a dica pra lembrar os 147 anos dessa escritora tão querida!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

As belas madeixas do tempo de Jane Austen - Cuidando da beleza no séc. XIX - parte final


Ainda no século XVIII
     Acredite: Cabelos no séc. XVIII eram sinônimo de "obra de arte", daquelas dignas de museu, com verdadeiras esculturas:
     Maria Antonieta era a grande "lançadora de moda" e a corte francesa juntamente com o resto da Europa, copiava. 

     Eram utilizadas armações e enchimentos para dar sustentação ao penteado que depois era salpicado de talco ou farinha (mais comum) para dar o efeito branco.
Convenhamos que foi um século de exageros, mas a moda dos cabelos era realmente de tirar o fôlego, principalmente com os possíveis acidentes que poderiam ocorrer em virtude desse "requinte":
Cabeleira pegando fogo.
Tão altos eram os penteados que corriam
o risco de serem incendiados pelas velas dos lustres.
O século XIX, um pouco mais modesto;

      Dos cuidados com os cabelos no início do século XIX, (xampu, condicionadores, cremes, máscaras, como temos atualmente) pouco se sabe.    
      Não se menciona uma receita para  shampoo ou similar. O que se conclui, é que o próprio sabão utilizado para o banho poderia ser utilizado nos cabelos, mas isso não era tão comum: o que se pode afirmar, é que os cabelos eram lavados com uma frequência bem menor do que é hoje em dia, e mesmo assim muitas vezes apenas com água, sem sabonete.

     Jane Austen, como toda mulher, também admirava os cabelos de outras e por certo devia também cuidar do seu. Aqui, dois trechos de cartas em que ela escreve sobre os cabelos das conhecidas:


"I cannot anyhow continue to find people agreeable; I respect Mrs. Chamberlayne for doing her hair well, but cannot feel a more tender sentiment" – Jane Austen, 1801

"Eu não posso de maneira alguma continuar encontrando pessoas agradáveis. Eu respeito a 
Sra. Chamberlayne por fazer seu cabelo muito bem, mas não posso ter um sentimento mais terno."


"She looks very well, and her hair is done up with an elegance to do credit to any education." – Jane Austen, 1813

"Ela parece muito bem e seu cabelo é feito até com uma elegância de fazer crédito a qualquer educação."

(Fiz uma tradução livre, se alguém tiver uma melhor, fique livre para comentar, agradeço)

     
     Vale lembrar que até o início do século XX, poucas pessoas tinham acesso aos sabonetes "de loja", a maioria se utilizava dos sabões caseiros que eram ainda mais agressivos que os atuais sabões em pedra.
    Imagine tratar das madeixas com tal produto! Precisava ser bem "valente"!!! 
      Dessa forma, para que a oleosidade natural fosse preservada e se pudesse conservar um cabelo macio e brilhante, alguns ficavam um ano ou até mais tempo sem passar sabão ou sabonete nos cabelos, que depois de algumas semanas de "adaptação", ficava muito macio e brilhante mas com certeza ainda com muita oleosidade. 
     O "aroma", (se é que se era percebido em uma época que era avessa à higiene) podia ser "encoberto" com perfume.

      O que tornava ainda mais complicado os cuidados com os cabelos, era que as mulheres mantinham seus cabelos compridos, quando não, muito compridos, (Laura Ingalls Wilder, escritora americana, nascida em 1867, tinha os cabelos até o calcanhar). 
Martha Matilda Harper,
americana que nasceu no séc, XIX
e que foi a primeira a montar
um salão de beleza público.
     Cabelos soltos ou até com tranças soltas, eram para as meninas pequenas (estar com os cabelos soltos era como estar "muito a vontade" e mostrava uma certa intimidade da mulher),
Elizabeth e Jane Bennet -
"Orgulho e Preconceito" - 1995
as moças e senhoras tinham por hábito ter os cabelos presos, o que abafava ainda mais o couro cabeludo, sem contar que ainda protegiam a cabeça com chapéus, era de fato algo para se pensar...
Produto para tonificar os cabelos,
formulado por Martha Matilda Harper
     Pensando bem, não era nada, nada, nada fácil lavar os cabelos sem água encanada, no frio inglês (ou europeu, ou americano), ter que ficar com os cabelos (compridos) soltos até secarem... realmente não era uma tarefa das mais fáceis. 
Jane Bennet secando os cabelos junto
 à lareira - "Orgulho e Preconceito" - 1995
    Sendo assim, venhamos que aquela coisa de cabelos ajeitadinhos, soltos, cheio de brilho, balanço, é coisa de filme, acho mesmo que a coisa estava mais para o cabelo de Anne Elliot na versão de 2007 de “Persuasão”. Seria gel, óleo perfumado ou falta de água???
     Mas sempre havia alguém para mostrar uma solução! Na Enciclopédia de Dick de Receitas práticas e processos (William Dick, já em 1858), recomenda-se um processo de secagem de cabelos que parece perfeito (para incendiários). Ele explica que a mulher deve deitar-se em um sofá, com seu cabelo caindo sobre uma das extremidades  e colocar debaixo do cabelo uma panela queimando pedaços de carvão vegetal polvilhado com pó de benjoim (seiva de árvores secas perfumadas do Sudeste Asiático). A fumaça secará os cabelos e eles terão um agradável perfume. (Se não for cheiro de queimado, digo, de cabelo queimado).
     O primeiro secador de cabelos só veio bem depois, em 1890.
    Os penteados e acessórios camuflavam a oleosidade e um perfuminho era sempre bem vindo.


Alguns anúncios publicados em livros de arte e beleza da época:
La Belle Assemblee 1807

Repository of Arts 1818
Óleo de Palma Christi (para espessamento do cabelo)
  • uma onça de óleo de Palma Christi
  • óleo de bergamota em quantidade suficiente
  • lavanda para perfumar
Aplicar de manhã e à noite ou quanto se fizer necessário para os que querem ver o cabelo crescer espesso e luxuriante.
O óleo de Palma Christi é muito utilizado para o espessamento do cabelo nas Índias Ocidentais.


Grecian  Water – (para escurecer o cabelo)

  • duas dracmas de nitrato de prata
  • seis onças de água destilada
  • duas dracmas perfume com qualquer essência que você escolher. 

Para escurecer barba, cabelo ou bigode:
O cabelo , barba ou bigode pode tornar-se negro com a seguinte composição:

  • uma onça de óleo de costus
  • uma onça de murta
Misture em um recipiente de chumbo; adicione:

  • meia onça de breu líquido
  • meia onça de suco de folhas de nogueira
  • meia onça de láudano
  • uma dracma de nozes
  • uma dracma de chumbo
  • uma dracma de incenso
  • uma quantidade suficiente de mucilagem de goma arábica. 
Utilizar três vezes por dia.
Dissolver e molhar o cabelo que você deseja pintar de preto. É perigoso se aplicado na pele.
Óleo de Costus, utilizado na mistura acima
O óxido do ferro era um ingrediente de um “shampoo” para escurecer cabelo (ou "lavagem", como era chamado na época).

Hovey's Cocoa Glycerine
para o cuidado com os cabelos
     Muitos estudiosos têm tratado das cores para tingir o cabelo e as sobrancelhas. Em primeiro lugar: se atualmente, já é questionado sobre os ingredientes das modernas tinturas para cabelos, imagine como era há 200 anos!!! O primeiro, é a solução de prata, conhecida sob diferentes nomes, tais como lavagem chinesa , líquido egípcio, etc . Foi observado que após o uso dessas soluções, as pessoas aparentavam um estado de frenesi(?!?!). Devia se proteger também contra composições em que meimendro (certa planta), morel (cogumelo), leite de cardo, além de outras plantas venenosas eram utilizados, bem como aqueles em que água forte ou arsênico eram ingredientes. 
Óleo Macassar de Rowland
   Temos ainda várias formulas infalíveis (e perigosas):

Fórmula 1:
Ferva nozes  no azeite até que eles se tornem moles. Depois de secas, moa em um pó fino , que deve ser incorporada com partes iguais de carvão de salgueiro, e sal comum. Adicionar uma pequena quantidade de casca de laranja e de limão , seca e moída. Ferver com água até que o sedimento do fundo do recipiente tenha a consistência de uma pomada preta.
O cabelo deve receber  esta preparação, cobrindo-o até secar. Depois, pentear (acho que não era lavado, o pó preto era o que disfarçava os fios brancos). Diziam ser excelente para a coloração do cabelo preto e que deveria ser usado uma vez por semana, para impedir que mais tarde ficasse vermelho e também para cobrir as raízes.

Fórmula 2:
Ferva um grama de minério de chumbo
A mesma quantidade de fichas de ébano por uma hora, em um litro de água limpa.
Lave o cabelo com esta tintura, e mergulhe o pente nela antes de usá-lo.
A composição transforma o cabelo preto, mas a cor se torna mais viva, brilhante e bonita, com a adição de duas dracmas de cânfora.

Fórmula 3:
Os cabelos podiam também ser transformados em pretos com diferentes substâncias vegetais cozidas no vinho. Devia-se lavar a cabeça várias vezes por dia,  mas esta operação devia ter continuidade durante algum tempo.
As substâncias normalmente preferidas para este fim eram: sal da amora, murta, figo, senna, framboesa, medronheiros, alcachofra, as raízes da árvore de alcaparra, a casca de noz e romã, casca de nozes, shumac, peles de feijão, nozes  e cones de cipreste . É também necessário usar um pente de chumbo.


Fórmula 4:
Os meios simples de produzir, os mesmos efeitos, são os seguintes:
Folhas da videira selvagem (também evita queda de cabelo), cortiça queimada, raízes da azinheira e árvore de alcaparra; cascas de salgueiro, nogueira e romã, folhas de alcachofra, amoreira, figueira, framboesa conchas de feijão, fel, nozes de ciprestes, folhas de murta, cascas de nozes verdes, vagem de hera, berbigão, beterraba, flores de papoula, alume, e a maioria dos preparados de chumbo. Estes ingredientes podem ser cozidos em água de chuva , vinho ou vinagre, com a adição de algumas plantas, como sálvia, manjerona, erva-cidreira, cravo, louro, etc

Para pintar o cabelo de castanho.
O cabelo é deve ser previamente limpo com farelo seco (???), ou a água quente, no qual foi dissolvido alúmen. Em seguida misturar:
  • duas onças de cal vivo 
  • uma onça de litharge de ouro
  • meio grama de minério de chumbo 
Reduzir tudo a pó, e peneirar. Umedeça uma pequena quantidade desse pó com água de rosas, esfregue o cabelo com ele e deixe secar ao ar livre, ou com panos quentes. Este pó não mancha a pele.
Afirmava-se que os cabelos podiam ser pintados de preto impregnando-os com banha de porco, misturada com  mínio e cal , mas esta composição na verdade, produziria apenas uma cor castanha.

Miss Harriet e Elizabeth Binney - 1806
     Os cabelos das senhoritas acima parecem muito bonitos e sedosos, mas... viver naquele tempo parece não ser tão "encantador" assim... é, não se pode ter tudo! E vocês? O que pensam?

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Penteado: Sua Magestade, o coque.

      Quem disse que coque é coisa de vó??? Até  a princesa está usando! Bom, com um certo paradigma "quando vovó era moça" as moças usavam coque!!! 
     Lembram dos belos coques das mocinhas dos livros de Jane Austen? Cabelos soltos eram só transição (pra lavar, pentear, arrumar e quando muito no aconchego do lar...) os cabelos estavam sempre presos, com excessão das muito novinhas ou das meninas. Olha que charme...
     A influência nos tempos de Jane Auten (e de seus livros) era grega, e para cabelos isso também se estendia, com penteados que lembram as belas gregas, como Helena de Tróia, com "massa de cachos" idênticas às das heroínas dos livros. Valia também deixar um pouco solto de um lado, que também se vê bastante. 

Essa é uma figura de Helena de Tróia.
 Não é igual ao penteado de Jane Bennet
(O&P 2005) no baile de Netherfield?
    Quem leu Laura Ingalls Wilder (escritora americana 1867/1957) deve se lembrar que Laura dizia que já era uma mocinha pois seus cabelos agora não ficavam mais em longas tranças, mas presos em um coque. Meninas podiam usar vestido curto e cabelos trançados ou semi-presos, mas as moças trajavam vestidos longos e cabelos presos, até mesmo as mais novinhas.
     Ela diz que sua mãe era tão recatada a esse respeito que nem sequer mostrava as orelhas! Elas ficavam escondidas por baixo do cabelo quando ela os prendia em um coque. Quando Laura perguntava o porque disso à mãe ela dizia que não sabia, mas que sempre usara assim...
     Com o tempo, as moças começaram a soltar os cabelos  e cuidar mais deles também, então não é dificil ver até mesmo senhoras com cabelos longos e soltos, mas o tal pentedo ainda leva o preconceito de ser coisa de "véia". Puro engano, quem está observando o dia-a-dia na mídia e nas ruas pode ver o quanto as mulheres (de todas as idades) estão andando chiquérrimas com esse penteado e o must do momento são os tais coques gregos, como naqueles tempos... quem quiser aprender fazer os mais elaborados, o YouTube está cheio de tutoriais,

mas o penteado é bem eclético e tem para todos os gostos e acasiões:

  
Todo arrumadinho, baixo, tipo bailarina:
Meio despenteado, charmoso:
De ladinho:
Bem no alto da cabeça, feito com meia ou rolinhos:
Com palitinho, tipo japonês:
Com redinha:
Tipo banana, anos 60:
     Eu particularmente estou adotando! Gosto de tudo que deixa a mulher mais feminina (sabem que amo romantismo no ar), acho muito charmoso, prático, romântico, além de ficar muito bonito o ano todo: com as temperaturas mais baixas com um cachecol é muito chique e no calor, nem se fala da praticidade.
    Não esqueçam dos enfeites! Os grampinhos, trancinhas, tearinhas (viram as fotos no topo, inpiradas nos romances de Jane Austen?) estão super em alta e tiram a seriedade do penteado.
      Vamos lá! De volta ao seculo XIX!   

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Os 146 anos de Laura Ingalls Wilder

     Laura Elisabeth Ingalls, nasceu em uma cabana de troncos no estado de Wisconsin, Estados Unidos a 7 de fevereiro de 1867. Casou-se com Almanzo Wilder aos 18 anos e tornou-se Laura Ingalls Wilder.

     Laura é uma grande escritora americana, a melhor, ouso dizer; as lições de vida contidas em seus livros biográficos, a ternura, a alegria com que passa isso ao público é única.
     Dificuldades, namoricos, a infância a juventude, as mudanças com a família em busca do Oeste americano, é tudo muuuuiiito bonito.

Laura com cerca de 14 anos
     Laura publicou seu primeiro livro "Little house on the praire" e depois não parou mais. A série foi publicada entre 1932/1943. Quem incentivou Laura a escrever sua história foi a própria filha, Rose Wilder Lane,
Rose, por volta de 1908
que era jornalista, escritora e foi também correspondente de guerra no Vietnã. Via na mãe um grande talento e não errou, pois Laura já era uma senhora quando começou a escrever.
     A casa em que passou seus últimos anos se transformou em um memorial/museu e recebe milhares de visitas durante o ano todo.
     Os livros de Laura Ingalls Wilder podem ser lidos por todos, dos 8 aos 100 anos, sem medo de errar.
Adaptação para a TV de 1974 a 1983
Laura faleceu em 1957 aos noventa anos,
e deixou escrito 10 livros (nove de uma série e mais um diário de viagem).
Livros de Laura Ingalls,
também com tradução para o português
     Já li e relí vááááárias vezes... Recomendo muito!    
     Bom, fica então esta homenagem aos 146 anos dessa maravilhosa escritora.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

"Quilt e Patchwork" de Jane Austen e Laura Ingalls Wilder




     "Navegando certa vez pela net, me deparei com esse site de patchwork e quilt, onde eles mostravam combinações de retalhos pra almofadas ou colchas com temas de grandes autoras. Achei FOFO demais os trabalhos relacionados com Laura Ingalls Wilder e Jane Austen , duas autoras cujas obras aprecio muito.
     As cores e padrões estão também relacionadas com o período e locais vividos: Laura Ingalls Wilder era americana e viveu durante a expansão para o oeste (1867-1957), já Jane Austen era inglesa e viveu durante o período regencial (1775-1817).
Colcha  em patchwork que Jane Austen
e sua irmã Cassandra fizeram juntas.
Uma colcha de retalhos em uma cena
inspirada na vida de Laura Ingalls Wilder.




     Algumas cominações que mais gostei:


Jane Auten
Laura Ingalls Wilder























Jane
Laura












Jane
Laura












     Quem quiser saber mais detalhes, entre aqui. O site tem também sobre Agatha Christie.
Fontes e fotos:
event.iastate.edu
jasa.net.au
prairiepoint.com