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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Jane Bennet...um reencontro de poucas palavras e nenhuma esperança - (Reencontros parte 3)

     Tadinha... Jane sempre tão doce e submissa... 
     Sem dúvida, Jane era bem racional e tentava estar firme e convicta que Mr. Bingley foi coisa do passado e que não deveria mais ter esperanças com ele, mesmo que a irmã Elizabeth afirmasse o contrário com toda aquela convicção de quem conhecia os sentimentos masculinos e o amor (que só servia pra interpretar a situação dos outros).
    Mas nós sabemos que Jane amava Mr. Bingley e ajuizada como era, procurava controlar suas emoções e dizia que não tinha medo de si própria e sim do que as pessoas falavam,
bem... sabemos que não era bem assim, mas entendemos é claro, Jane com certeza não queria se frustar ainda mais com esperanças infundadas...mas lá no fundo, no fundo, quando soube que Mr. Bingley estava chegando em sua casa, não pode disfarçar os sentimentos, as esperanças e depois... a desesperança em vê-lo partir outra vez assim, trocando com ele poucas palavras e sem saber de suas reais intenções.



    "(...) Apesar do que a irmã lhe tinha declarado, e acreditava que ela tivesse falado sinceramente, Elizabeth percebia facilmente que a perspectiva da chegada de Bingley a tinha afetado profundamente. Jane estava perturbada, agitada como poucas vezes a vira. (...) 
       Poucos dias antes da sua chegada, Jane disse para a irmã: 
— Estou começando a preferir que ele não venha. Não que eu dê 
importância ao fato, sou capaz de vê-lo com perfeita indiferença. Mas não 
suporto ouvir falar constantemente nesse assunto. A intenção da minha mãe 
é boa. Porém ela não sabe,  ninguém sabe quanto sofro com o que dizem. 
Vou dar graças a Deus quando Mr. Bingley for embora de novo. 
(...) Mas Elizabeth, para contentar a mãe, foi até a janela, olhou e, vendo que Mr. Darcy vinha em companhia de Bingley, voltou a se sentar ao lado da sua irmã. 
— Vem outro cavalheiro com ele, mamãe — disse Kitty. — Quem será? 
— Deve ser um conhecido dele, meu bem, mas não sei quem é. 
— Ora, parece aquele homem que já esteve aqui com ele uma vez. 
Mr..., como é que ele se chama? Aquele homem alto, orgulhoso... 
— Quem, Mr. Darcy? E é mesmo... Bem, qualquer amigo de Mr. Bingley será sempre bem recebido. Mas devo confessar que odeio aquele homem. 
Jane olhou para Elizabeth com surpresa e inquietação. (...) As duas irmãs se 
sentiam bastante embaraçadas. Cada uma delas sentia pela outra e 
naturalmente por si própria. (...) Para Jane ele continuava a ser o homem cujas propostas ela tinha recusado, e cujas qualidades ela subestimara. Mas para Elizabeth, que possuía outras informações, ele era a pessoa a quem toda a família devia o maior dos benefícios, e a quem ela própria votava uma afeição, se não tão terna quanto a que Jane dedicava a Bingley, pelo menos tão razoável e tão justa.(...) 
      Jane parecia um pouco mais pálida do que de costume, porém mais calma do que Elizabeth esperava. Quando os cavalheiros entraram, ela enrubesceu ligeiramente. No entanto recebeu-os com tranquilidade e maneiras igualmente livres de qualquer sintoma de ressentimento, como de qualquer desejo exagerado de agradar.(...) 
— Faz muito tempo, Mr. Bingley, que o senhor foi embora — disse Mrs. Bennet. Ele concordou prontamente. 
— Eu tinha medo de que o senhor não viesse mais — continuou ela. 
— Andaram dizendo que tencionava abandonar Netherfield completamente, 
por ocasião da festa de São Miguel. Espero que não seja verdade. Têm 
acontecido muitas coisas aqui nas imediações desde que o senhor partiu. 
Miss Lucas está casada e uma das minhas filhas também. Acho que já deve 
ter ouvido falar nisto. Aliás, o senhor deve ter lido nos jornais. (...) Bingley respondeu que tinha lido e lhe deu os parabéns. 
— É uma coisa muito agradável ter uma filha bem casada — continuou Mrs. Bennet. (...) 
    Se agora surgissem para Jane as mesmas possibilidades que no ano anterior, tudo se precipitaria para a mesma desastrosa confusão. 
Elizabeth observou que a beleza da sua irmã tornava a inflamar rapidamente a admiração do antigo namorado. A princípio ele lhe falara pouco, mas cada 
minuto que passava parecia aumentar a admiração que lhe dedicava. Ele a 
achava tão bela quanto no ano passado, tão simples e natural, embora menos comunicativa. Jane se esforçava por não deixar perceber nenhuma diferença na sua atitude, e estava realmente convencida de que conversava tão animadamente como sempre. Seus pensamentos a absorviam tanto que ela não reparava nos momentos em que ficava calada." (Jane Austen - "Orgulho e Preconceito" - cap. LIII )

    As versões em vídeo são muito boas e todas retratam uma Sra. Bennet muito falante como nos conta o livro, mas dona de quase todos os diálogos. Apenas a parte em que Elizabeth comenta algo é que permanece, mas em nenhuma dessas três versões aparece Jane e Bingley conversando como está no livro. Acredito que conta-se que eles se falaram pouco mas não se diz sobre que assunto, acharam por bem não fazer essa menção, afinal em uma sala pequena com todos ali presentes ficaria algo sem sentido mostrar apenas os dois se falando em um cantinho sem ninguém escutar sobre o que falavam, acho que foi isso e digamos que caiu bem.


     A versão de 1980, não dá muita ênfase a esse encontro como poderia. Jane e Bingley mal se olham e Jane parece bem mais a vontade do que deveria, só me pareceu mesmo é estar feliz com a visita de Bingley. 


     Já a versão de 1995, em minha opinião a melhor, Jane realmente se mostra tensa e apreensiva, apesar de manter sua meiguice;  Mr. Bingley também se mostra um tanto embaraçado achei que foi bem fiel à obra.

     

     A versão de 2005 também é muito boa e chega a ser cômica. Também gostei muito do Mr. Bingley um tanto adolescente e de Jane tentando manter a firmeza em não demostrar seus sentimentos. A cena que focaliza seu rosto mais de perto no final da visita é ótima, mesmo sem falas ela "diz" o quanto ficou desapontada.

     
     Pra gente que sabe que a culpa de a visita não ter sido o que deveria ser foi da tagarelice da Sra. Bennet e que haverá uma segunda chance, ainda vai, mas já pensou a pobrezinha da Jane? Nesse reencontro, as esperanças... se foram  de vez.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

As heroínas de Jane Austen foram à manicure.

     É claro que não foi de verdade, quer dizer, foi mais ou menos... Bem, foi um joguinho, uma brincadeirinha, pois sinceramente nem sou fã de esmaltes, mas quis fazer um passatempo pra quem conhece cada uma das heroínas dos livros de Jane Austen. Não coloquei todas, é claro, mesmo porque é legal equilibrar também as antagonistas, pra se ter melhor a ideia do jeito de ser das heroínas e notar melhor as diferenças, pois são muitas.
   Fiquei imaginando de quem poderiam ser essas mãozinhas...
    A modesta e recatada Fanny Price (Mansfield Park), preferiu usar só uma base.
    Anne Elliot (Persuasão) também não gosta de chamar muito a atenção (nem mesmo do Capitão Wentworth), achou que um rosa antigo seria a cor ideal.
   Elizabeth Bennet (Orgulho e Preconceito) escolheu um rosa champagne  feminino e jovial e aproveitou para ostentar o maravilhoso anel de noivado que recebeu de Mr Darcy.
     Jane Bennet (Orgulho e Preconceito) também quis mostrar seu lindo anel de   futura Mrs. Bingley e combinou usando um tom lilás bem suave.
    Elinor Dashwood (Razão e Sensibilidade) prefere algo básico, então optou por um tom de areia bem suave.
   Catherine Morlan (A abadia de Northanger) gostou dos desenhos nas unhas. Escolheu uma base com "poás"  rosa e amarelo.
    Emma Woodhouse (Emma) quis algo alegre e moderno e pediu um turquesa claro.
    Mary Crawford (Mansfield Park) é uma dama refinada e gosta de exibir suas mãos de "femme fatale" com lindas jóias e o tradicional vermelho "love that red".
   Miss Bingley (Orgulho e Preconceito) gosta de suas unhas mais longas (afinal não move uma palha) e optou pelo lindo cor de uva, combinando com a ametista do anel.
    Marianne Dashwood (Razão e Sensibilidade) também gosta de unhas longas, mas foi de "francesinha", jovem e delicado.
    Lydia Bennet (Orgulho e Preconceito) gosta de inovar. Um cinza claro com estrelinhas azuis é próprio de uma adolescente sonhadora e que vive no "mundo da lua".
  "Kitty" Bennet (Orgulho e Preconceito) achou o máximo saltear coraçõezinhos cor-de-rosa sobre uma base incolor, puro romance adolescente.

    O esmalte como conhecemos hoje em dia só foi comercializado a partir de 1920, sendo assim, as tais heroínas não tinham acesso aos tais vidrinhos coloridos. Já pensou se tivessem???
Fotos:
jewelryexpert.com
auntiestreasures.com
dianavincent.com
buydiamondrings.org
the-engagementrings.com
essrigs.com
wwwemitations.blogspot.com
best-handmade.com
creativenails.ru
kupon.tambo.ru

domingo, 22 de julho de 2012

O guarda-chuva nas obras de Jane Austen

     Depois de perceber que apesar de a Inglaterra ser um país chuvoso e que em muitas passagens nas obras de Jane Austen falou-se sobre chuva ou tempo chuvoso, nunca via ninguém utilizando guarda-chuvas... Não pode ser erro da produção. A coisa parece meio proposital. Todos pareciam ser adolescentes (preferiam ficar encharcados a carregar um guarda-chuva). Cadê aquele famoso charme inglês do guarda-chuva nos braços??? 

     Emma utiliza um modelo, mas é para proteção do sol, coisa que as mulheres já utilizavam desde meados do séc. XVII. 


     Exceção de Fanny que salvo o erro, em uma passagem tem o auxilio de alguém que lhe oferece um guarda-chuva,
     E na versão de 1995 de Persuasão, em que o Cap. Wentworth também usa um:

      






(Se alguém lembrar de outro aparecimento do guarda-chuva, me avise). Será que esse equipamento tão tipicamente inglês era algo desconhecido na época de Jane Austen??? 

      Jane foi até a casa dos Bingley caminhando (de certo que foi a mando da Sra. Bennet), mas não poderia ter levado um guarda-chuva, já que o tempo estava incerto??? Chegou pingando e resfriada. 


     Elinor vai ao encontro de Edward Ferrars com um manto sobre a cabeça pra se esconder da chuva. 
    Edward por sua vez, está sem proteção, todo molhado rachando lenha... 


    Anne Elliot (2007) também aparece se escondendo da chuva quando se encontra com o Capitão Wentworth, que por sua vez também está correndo de tal.
Mr.Elliot também entra depressa pra se proteger...
Tira o chapéu todo molhado e ainda continua com classe...
e os dois saem até encontrar a carruagem (na chuva).

Elizabeth sai correndo na chuva e atravessa uma ponte procurando abrigo...
Chega toda molhada...
e encontra Mr. Darcy, também do mesmo jeito.
    Catherine Morland e John Thorton enfrentam um tempo bem chuvoso durante um passeio "muito agradável" e nem uma carruagem com cobertura  ou guarda-chuva. 
     Marianne sai com Margareth para um passeio em um tempo "esquisito" e ninguém pegou um guarda-chuva. Ficaram todas encharcadas e isso pareceu normal. 

   Willoughby  também estava no mal tempo e encontra Marianne.











 Novamente, Marianne sai pelo tempo chuvoso e frio sem levar o bendito guarda-chuva, procurando Combe Magna. Já sabem no que deu... 












    Ah! E Coronel Brandon da mesma forma, sai como não existisse guarda-chuva. E não existia mesmo!

    Lembrando que algumas cenas na chuva colocadas nas adaptações das obras de Jane Austen não estavam exatamente assim nos livros e foram acrescentadas para criar mais emoção e romantismo (como a cena da primeira proposta de Mr. Darcy à Elizabeth) quem produziu não fugiu à verdade: o equipamento em questão, estava começando as ser comercializado justamente nessa época e era praticamente inacessível, por isso é que as heroínas de Jane Austen aparecem sempre se escondendo em algum lugar ou molhadas. 

   A origem do guarda-chuva é incerta, provavelmente na China, no séc. 11 a.C., sendo também comprovado seu uso em épocas semelhantes no Egito, Grécia e Índia, mas foi no Japão que ele foi difundido com lindos modelos e cores. 

 A princípio os guarda-chuvas não eram propriamente "guarda-chuvas", eram "guarda-sóis", pois eram utilizados para a proteção contra o sol e inicialmente foi projetado com fins religiosos. A própria palavra que deu origem ao nome em inglês "umbrella", veio da palavra de origem latina, umbra, que significa sombra e o modelo foi inspirado na copa de uma árvore, que oferece uma ótima sombra. 

    As mulheres francesas popularizaram o uso do guarda-sol durante o século XVII e XVIII, visto que a moda era uma pele branca como porcelana. Senhoras e senhoritas inglesas podiam ser vista em 1676 com guarda-sóis delicados, com rendas, eixos ósseos, brocados e alças feitas com metais preciosos e jóias. Tornou-se um item popular e imprescindível na moda do séc. XVIII. 

    Em meados do século XVIII, o filantropo Jonas Hanway foi o primeiro a usar um guarda-chuva (como o próprio nome diz) em público na Grã-Bretanha.
   Os primeiros eram feitos de seda oleada com pesadas molduras de madeira que tornava difícil o abrir e fechar quando molhados. 

   Inicialmente foi ridicularizado e tido como um acessório feminino, depois o acessório acabou por incorporar-se ao cotidiano dos britânicos, que até hoje não saem de casa sem carregar um guarda-chuva pendurado no braço e sem dúvida as intempéries do clima inglês garantiram o sucesso do equipamento. 

     Essa nova moda foi popularizada pelas casas de café, onde guarda-chuvas foram mantidos para clientes se abrigarem da chuva ao caminhar para suas carruagens. Foi durante este período que a distinção entre um guarda-sol e um guarda-chuva passou a existir. 

    Em 1930 os guarda-sóis femininos começaram a desaparecer, pois uma pele bronzeada tornou-se moda. 

   Ultimamente, tenho visto várias senhoras e até mesmo as mais moças, com suas "sombrinhas" abertas nos horários em que o sol é mais forte. Ninguém quer se arriscar a ter problemas com os raios ultravioletas e pelo jeito, parece que a moda está voltando, ou pelo menos ninguém mais se importa em ser chamado de antiquado. 
Fontes e fotos:
janeausteninvermont.wordpress.com
janitesonthejames.blogspot.com.br
lulabulle.neufdecoeur.com
myprideandprejudice.com
oakthriftumbrellas.com
historynetshop.com


domingo, 20 de maio de 2012

"A personalidade de Jane Bennet"

"Jane Austen e a personalidade de suas heroínas (parte 4)"
     Jane teve seu temperamento classificado como “SJ”. ”Protetores”.        
     (Expliquei melhor sobre esse tipo de análise aqui).
    Esse tipo de temperamento, agrupa indivíduos muito honestos e confiáveis. São éticos e gostam de ajudar aos outros, seja família ou comunidade. Têm talento para liderar, pois são organizados e apreciam regras, só que não se sentem bem em ser o centro das atenções.
   Apesar de estar no mesmo grupo do temperamento de Anne Elliot, a personalidade  de Jane Bennet é do tipo ISFJ, chamada como “Defensor” ou  “Protetor”.
     Um ISFJ possui seu comportamento, ações e reações baseadas na seguinte pirâmide:
     A hierarquia de um ISFJ é a seguinte:
Dominante: Introvertido
Auxiliar: Emocional (Feeling)
Terciário: Sensitivo
Inferior: Julgador
    Levando em consideração que cada personalidade tem uma ordem única de cognições mais relevantes. (Se quiser saber mais detalhes sobre essa hierarquia, veja aqui).
 ISFJ's são gentis, generosos, calorosos, responsáveis, sensíveis e às vezes críticos consigo mesmos. Gostam de elogios, pois têm necessidade em  se sentirem  queridos. Não sabem muito bem expressar suas vontades, necessidades e sentimentos e só o farão depois de algum tempo,  todavia,  podem compreender o que outras pessoas sentem, embora não digam isso a elas.
     ISFJ’s têm um rico mundo dentro deles, mas não deixam isso transparecer; são modestos, discretos e amáveis; gostam que as coisas sejam declaradas explicitamente. Compreensivos e apoiadores dos colegas e amigos, sempre procuram trazer à tona o melhor  das pessoas, acreditando nelas. Têm muito bom senso e são confiáveis. Gostam de ajudar, compreender e se relacionam bem com pessoas em necessidade, são trabalhadores e muitas vezes outros lhe tiram proveito por não saberem dizer “não”. Não gostam de áreas teóricas e abstratas, preferem a aplicação prática das coisas.
      Os ISFJ's precisam de certa ajuda para que vejam além do momento que vivem e imaginem o que poderia ser se as coisas fossem feitas de forma diferente. Por se importarem com o sentimento alheio, preocupando-se com as necessidades dos outros, eles são ótimos em escolher o presente ideal para alguém. São calorosos e totalmente dedicados em seus relacionamentos.
    Possuem um padrão de espaço e estética excelente e refinado além de uma memória muito apurada.
     É interessante ressaltar que “a beleza é um dom”! Não estaria implícito na "personalidade de Jane" seu encanto e beleza? Se ISFJ’s têm alto padrão de estética, com certeza ela possuía um charme especial. Sabia como se portar, como se vestir, se pentear e é claro, além de belos traços naturais que a tornavam uma bonita moça, seu senso do que era belo fazia com que fosse ainda mais bela e admirada! Faz sentido!
      Estão em verde, características da personalidade ISFJ, que são muito claras em Jane Bennet, segundo  a obra "Orgulho e Preconceito":

Traços positivos:
Bondoso
Gentil
Paciente
Vê o lado bom das pessoas
Valoriza a harmonia
Sensível 
Calmo
Realista
Disciplinado
Empático
Consciente
Atencioso
Memória excelente
Preocupa-se com o próximo

Têm consideração pelas necessidades alheias
Esforça para atingir as coisas corretas
Dá valor às leis e tradições
Muito confiável
Responsável
Senso de estética apurado
É muito ciente dos seus sentimentos


Traços negativos:
Pode negligenciar as suas próprias necessidades
Toma críticas pessoalmente
Tem problemas com conflito
Dificuldades em focar eventos globais

Dificuldades em antecipar a conseqüência de algo novo
Não é muito assertivo ou firme, pode ser vítima de aproveitadores.
Gasta muita energia se preocupando
Não consegue muito se descontrair
Não deixa transparecer seus sentimentos
Reluta em aceitar um novo conceito sem provas
Demora em conseguir se expressar
Dificuldades em dizer “não”
Não se sente valorizado
Necessita de elogios
Crítico demais consigo
Pode se deprimir achando que não faz nada direito


     Se Jane Bennet pudesse ter escolhido uma profissão como uma mulher de nosso século, provavelmente teria optado por ser:
Desenhista
Decoradora
Médica
Editora
Economista
Professora infantil
Dona de casa
Auditora
Enfermeira
Bibliotecária
Psicóloga
Assistente social
Cientista
Escritora
     
     Jane "provavelmente gostava" de usar roupas em tons claros e algumas estampas florais também. Suas cores preferidas estariam entre: o branco (que era a última moda no início do séc. XIX), o verde-água, o bege clarinho, amarelo claro, rosa e salmão. 

     
     Os perfumes florais suaves, são os que mais combinam com uma mulher sensível, gentil, acolhedora e romântica como Jane Bennet. Os atuais que provavelmente estariam em seu toucador:

  • Light Blue - Dolce & Gabbana 
  • Amor Amor - Cacharel 
  • Eternity - Calvin Klein 
  • Flower - Kenzo

     Famosos com a personalidade de Jane Bennet (ISFJ): 
  • Louisa May Alcott - Escritora 
  • Alfred, Lord Tennyson - Poeta 
  • William Howard Taft – Presidente americano
  • Queen Mary I – Rainha da Inglaterra 
  • Barbara Bush – Primeira dama americana 
  • Nancy Reagan – Primeira dama americana 
  • Michael Caine - Ator
fontes:
inspiira.org
mypersonality.info
personalitymax.com
myspace.com

Outros tópicos desta série:
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Jane Austen era INTJ
A personalidade de Mr. Darcy
Mr. Darcy e Elizabeth Bennet